23 de julho de 2012


Às vezes, quando estou para adormecer, ou andar de carro, ou deitada no sofá a olhar pela janela formam-se frases e ideias na minha cabeça. Frases, com uma expressividade e criatividade dignas dos maiores escritores. Não as aponto porque sou preguiçosa, desculpando-me que hei de me lembrar delas depois. Nunca me volto a lembrar. Desaparecem tão rápido como apareceram. Áh! Os melhores livros são aqueles que nunca foram escritos! Quantos e quantos, aí no mundo, ficaram assim por escrever…

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